A Árvore dos Patafúrdios

Exibição:
17/02/1985 – 12/05/1985 (RTP 1)

Número de episódios:
11

Autoria:
João Paulo Seara Cardoso

Textos:
Sérgio Godinho

Música:
Jorge Constante Pereira

Interpretação musical do genérico:
Sérgio Godinho

Cenografia:
Carlos Dias

Bonecos:
Carlos Dias
Inês Guedes de Oliveira

Produção:
Ana Maria Roseira

Realização:
Narciso Guedes

Manipulação e vozes:
Ana Queiroz – Salomé
Catarina Costa – Patafurdinho
João Paulo Seara Cardoso – Filipe Adão
Mário Moutinho – Vinte e Quatro / Bicho da Fruta
Maria João Pires – Patafurdinho
Mário Silva – Canelão
Regina Castro – Eulália
Raimundo Tavares – Murcão
Raul Constante Pereira – Tomé
Zé Carlos Meireles – Bicho da Fruta

Bichos alegres e comilões, os Patafúrdios são aves que não podem voar por terem uma grande barriga, de tanto comerem esparguete. Embora passem a vida em redor da sua árvore, o facto é que, “por incrível que pareça, não há nada que não lhes aconteça”…

Tomé
Caixeiro-viajante que visita com frequência a árvore dos Patafúrdios.

Eulália
A mais romântica dos Patafúrdios. Apaixona-se por Tomé.

Filipe Adão
Construtor de máquinas, inclusive a máquina de voar.

Salomé
Poetisa e mãe dos Patafurdinhos.

Vinte e Quatro
O ancião da árvore. Dotado de uma grande sabedoria, apenas fala em verso.

Canelão
Semeador, cultivador e apreciador do alimento fundamental patafurdiano: o esparguete.

Murcão
É, como o próprio nome indica, um murcão. Gosta de pescar.

Patafurdinhos
Os mais jovens habitantes da árvore dos Patafúrdios.

Bichos da Fruta
São os parasitas da árvore. Vivem a dizer mal dos outros.

1. A descoberta da árvore (17/02/1985)
Tomé procura a Árvore dos Patafúrdios, com o objetivo de lhes vender um livro sobre aves. Nele, aparece descrita a árvore, bem como todos os seus habitantes.


2. A civilização campista (24/02/1985)
Enquanto pescam e cavam, o Murcão e o Canelão encontram alguns objetos, vestígios de campistas que por ali passaram.


3. A máquina do Filipe Adão (03/03/1985)
Os Patafúrdios tentam salvar o Filipe Adão, quando este fica prisioneiro de uma das suas próprias máquinas.


4. A fuga dos Patafurdinhos (10/03/1985)
Os Patafurdinhos resolvem fugir no carro do Tomé, deixando a Salomé completamente desesperada.


5. O sol não nasce (17/03/1985)
O Filipe Adão consumiu demasiada energia solar e, agora, sente-se culpado por o sol não nascer…


6. Voar (24/03/1985)
Filipe Adão termina a sua máquina de voar e os Patafúrdios estão empolgados com a ideia de poder voar…


7. O Murcão toma o poder (31/03/1985)
Surge o problema de quem será, agora, o chefe, dado que o Vinte e Quatro ficou amnésico depois de uma pancada na cabeça e já nem consegue falar direito.


8. O livro de poemas (07/04/1985)
Tomé faz uma surpresa a Salomé: entrega-lhe um livro de poemas que ela própria escreveu. Mais tarde, Vinte e Quatro defende junto de Salomé a existência de uma grande afinidade literária entre ambos.


9. A Eulália foi-se embora (14/04/1985)
Os Patafúrdios lêem a carta de despedida de Eulália mas ficam mais animados ao descobrirem que podem contactar com ela através de um emissor-recetor que o Tomé lhe oferecera.


10. O aeroporto (28/04/1985)
Habituados a viver nas árvores, os Patafúrdios recebem certo dia uma carta a informá-los de que será construído um aeroporto no lugar da sua horta.


11. A máquina do tempo (12/05/1985)
O último episódio da série é preenchido com um resumo de todas as aventuras vividas pelos Patafúrdios ao longo da sua história.

Gravada no verão de 1984, A Árvore dos Patafúrdios estreou no início de 1985 e foi exibida aos domingos de manhã, obtendo um enorme sucesso de audiência.

Nos anos seguintes, foi reposta diversas vezes na RTP 1.

A Árvore dos Patafúrdios valeu a João Paulo Seara Cardoso a seleção para um curso com Jim Henson no Instituto Internacional de Marionetas de França. João Paulo foi um dos quinze alunos selecionados num universo de 150. Jim Henson comentou que ficou encantado com o estilo naïf da série.

Em 1986, a mesma equipa voltou a reunir-se para a realização de uma série com ainda maior sucesso: Os Amigos do Gaspar.

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A Árvore dos Patafúrdios